sexta-feira, 5 de abril de 2013

Tomb Raider - Análise


Dae galera! DragonBola na área pra fazer a análise do Tomb Raider. Vambora! (Lembrando que todas as análises são feitas com base nos games pra PC e podem surgir eventuais SPOILERS sem querer querendo ^^)

Tomb Raider foi lançado dia 5 de março de 2013 e é o quinquagésimo sexto décimo jogo da série Tomb Raider. O game foi desenvolvido pela Crystal Dynamics em parceria com a Nixxes Software BV (ainda consta o nome da Eidos Interactive no game porque os caras idealizaram os primeiros games da série antes de ser comprada pela Square Enix) e distribuído pela Square Enix.
Em um ano cheio de remakes (DmC: Devil may Cry) e games contando o início da porra toda de algumas séries (Gears of War: Judgment e God of War: Ascension) o velhinho Tomb Raider foi também reformulado. Apesar de ser o décimo jogo da série esse Tomb Raider não possui qualquer ligação com os anteriores, visando formular uma nova saga dentro da série (assim como aconteceu em DmC: Devil may Cry). O personagem principal, a gostosa da Lara Croft também foi mudada usando outra mulher como modelo. O jogo visivelmente visa mostrar a transformação da Lara Croft “menina estudiosa mimada cheia de frescura do caralho” para a “chutadora de bundas caçadora de tumbas assassina de lobos” que se tornou cara famosa na história dos games.
Deram uma história parecida, porém diferente para Lara. Antes ela havia sobrevivido a um acidente de avião quando era criança e essa experiência fez ela do nada virar o “Rambo de saia”, agora ele já adulta (coisinha gostosa), formada em arqueologia participa de uma expedição organizada pela família da sua melhor amiga Samantha, a expedição foi organizada devido as teorias de Lara sobre a localização de um antigo reino japa que havia se perdido (tipo Atlântida), o Yamatai (o tal reino de fato existiu, porém ninguém sabe a localização atual dele, ou do que sobrou dele). Lara e Sam estão em um navio, o Endurance, junto delas estão o filha da puta do Dr. Whitman, um arqueólogo-chefe da expedição, o fodão ex-fuzileiro Conrad Roth que é o líder da segurança e também mentor da Lara, o inútil do Alex que é o nerdzão técnico do navio, a vagabunda da Joslyn Reyes (tô até agora mordendo os dentes de raiva dessa vaca, na moral) que é a engenheira-chefe do navio, o gordão do Jonah Maiava que (pra variar) é o cozinheiro da bagaça (ah vá que botaram o gordinho pra fazer o rango? ¬¬’) e por último o velho chapado e banguela do Angus Grimaldi que é o timoneiro (é o nego que fica no leme do navio, se você não sabe o que é ele então se fode aí). O Endurance é um puta navio então logicamente tem mais uma “sacolada” de outros tripulantes (que inexplicavelmente morrem todos no acidente). Enfim, o Endurance tá no meio do Pacífico e de repente é atacado por kamikazes e então a Lara sugere que eles devem entrar no chamado Mardo Diabo (que é tipo um Triângulo dasBermudas do Pacífico, por isso a teoria do game de que o Yamatai está localizado ali, pois ninguém conseguiu entrar lá e voltar para comprovar algo) a galera discorda, mas aí o filho da puta do Whitman concorda com a Lara e como ele é o chefe da bagaça (e porque o Roth e a Sam confiavam na Lara) eles vão para o local, porém como era de se esperar o navio é atingido por uma tempestade misteriosa e acaba sendo partido ao meio. Os sobreviventes vão parar em uma ilha, porém a Lara acaba ficando separada dos outros e é capturada por uma espécie de nativo e é pendurada na caverna do malandro (Covil dos Coletores). A Lara se solta e pra variar cai em cima de um ferro que simplesmente atravessa aquela barriguinha malhada dela, ela fica meio cambaleante e arfando, mas continua tentando achar uma saída (qualquer pessoa normal ficaria umas duas horas gritando e chorando desesperada, mas vamo que vamo) e inclusive tem força pra se livrar de um carinha que tentou agarra-la. Bom, enfim, ela sai do covil e aí a porra começa a ficar séria, eu não vou contar a história toda porque a análise vai ficar gigante (eu já tô com preguiça de ler pra corrigir isso aqui, imagina vocês) e também vamo guardar os spoilers, o game ainda é meio que lançamento então não é bom sair contando a porra toda. O enredo do jogo é bem típico da série Tomb Raider e de games do gênero, porém é bem elaborado e de certa forma envolvente.
O game é um 3rd Person Shooter Semi Open-World Action/Adventure Survival RPG, ou seja, o game é em perspectiva de terceira pessoa, é um game de mundo semiaberto, de ação e aventura focado em sobrevivência com elementos de jogos de tiro e RPG, sacaram? Vou explicar:
  • ·        Mundo semiaberto: você pode explorar livremente a ilha, porém você precisa liberar certas partes conforme vai andando a campanha principal e ainda depois que você termina a campanha ainda tem bastantes restrições, tipo você não pode andar no meio da floresta ziguezagueando as árvores, não, você tem que seguir uma trilha, tendeu? Já em um game mundo aberto (tipo FarCry, GTA, Sleeping Dogs, etc.) você tem a liberdade de logo no começo do game poder ir para praticamente todos os lugares do mapa.
  • ·        Ação e aventura: é o estilo padrão dos games da série Tomb Raider. Ação e aventura geralmente são classificados em parceria com jogos em terceira pessoa. São os games que você realiza atividades, como caçar, brigar, resolver puzzles, explorar, etc.
  • ·        Sobrevivência: é o foco principal do game, não precisa nem explicar, né não? Você tá em uma ilha de ambiente hostil cercada por lunáticos, por samurai de mil anos e por uma deusa maníaca que não deixa você sair da ilha nem fudendo.
  • ·        Shooter: também não precisa explicar, você tem armas e você atira com elas, então...
  • ·        RPG: o game não possui sistema de nível, porém possui XP, habilidades (skill) e melhoramentos.

A jogabilidade tem alguns problemas sendo o mais sério aqueles momentos em cutscenes interativas que você deve movimentar o mouse para a esquerda e para a direita para se livrar do inimigo, nesses momentos o jogo simplesmente não responde ou responde de uma forma lentamente tosca ao movimento do mouse, cara eu tenho um mouse ideal para games (Razer DeathAdder) e eu tive que que tentar 356,12 vezes mexendo o mouse na velocidade da luz igual um maníaco pra conseguir fazer a bagaça (nem sempre), muito irritante, fora que tem uma parte que você tem de se livrar de um lobo (obrigatoriamente) e tipo eu não sabia o que fazer (foi logo no começo) e a buceta da dica do game dizendo que você deveria mover o mouse ficava simplesmente escondida atrás da maldita legenda de uma maldita fala da maldita Lara, eu tentei passar essa parte 1 milhão de vezes! Tipo, aparece uns botões que você meio que entende que é pra mover o mouse, mas eu tentei tantas vezes mexer o mouse e não deu certo que eu comecei a apertar todos os botões do teclado loucamente, muito tenso.
O game não possui uma grande variedades de armas, porém você carrega quatro armas, um arco, uma pistola, uma metralhadora e uma escopeta, tem também o machado de escalada, mas esse não vou contar. Durante a campanha você vai coletando fragmentos e partes de armas e assim vai melhorando e mesmo atualizando as armas (armas japonesas da segunda guerra se tornam modernos equipamentos de guerra kkkk pra que fábrica de armas?). Com relação as armas a jogabilidade flui muito bem obrigado.
Você pode andar, pular, fazer um parkour de leve, se esquivar (você não corre, somente em partes que a Lara mesmo corre sem você fazer nada), realizar ataques físicos (somente com o machado de escalada), escalar (usando o machado de escalada), usar tirolesa, você pode caçar animais para conseguir fragmentos, pode coletar algumas plantas para conseguir XP. A Lara possui o Instinto de Sobrevivência que é tipo um sensor que vai destacar objetivos interativos, pontos destacados no mapa e objetivos. Esse instinto é muito útil na hora de você resolver os puzzles do jogo. Aliás, o jogo possui alguns puzzles, muitos são toscos e fáceis de serem resolvidos, mas tem alguns que exigem um pouco mais de raciocínio, nada do tipo “teste sua inteligência”, mas pelo menos geram algum desafio. Para escolher as habilidades, melhorar as armas e fazer viagens rápidas (no mapa os lugares onde podem ser feitas viagens rápidas são chamados Pontos de Viagem Rápida, que são as barraquinhas) é necessário que você vá para algum acampamento.
Eu demorei cerca de 15 horas ou mais para completar 95% do game, eu só não completei 100% porque tem alguns coletáveis que não aparecem no mapa aí eu fiquei com preguiça e desisti de procurá-los. Só de campanha o game deve ter aí por umas 10 horas. É bem longo, porém bem divertido.
A IA do game é boa, os inimigos te flanqueiam, se esquivam dos seus ataques físicos, se escondem quando você começa a atirar, porém as vezes são cegos e totalmente surdos.
Os gráficos do jogo são muito bonitos, seguindo os padrões gráficos desse fim de terceira geração. Possui alguns bugs gráficos, mas nada que comprometa a jogatina e desmereça a qualidade do produto.
Então, o jogo vale apena ser jogado, vai gerar uma boa dose de entretenimento por um bom tempo. Eu joguei ele duas vezes (médio e difícil, sempre melhor jogar com tudo liberado :D) sem enjoar, o que é quase impossível para a grande maioria dos games (pelo menos pra mim). Eu senti falta de alguns elementos stealth no game, você até pode chegar no sapatinho atrás do caras e executá-los, mas somente se o jogo arrumar isso pra você. A Lara faz uma quantidade absurda de barulho mesmo quando você vai caminhando, e como você não tem a opção de se abaixar quando quiser fica difícil. Não que eu seja bom no stealth (que o diga o Hitman :/), mas é sempre bom poder cortar gargantas na surdina (:D) e o Tomb Raider teria potencial para isso.
No geral o game recebeu críticas positivas batendo na média de 8,5 a 9 e até agora teve incríveis mais de 3,4 milhões de vendas em todo o mundo.
That’sAll Folks! Acho que falei de tudo um pouco de tudo e muito de nada. Se deixei alguma coisa fora me desculpem e sempre lembrando que é a minha análise, são as minhas impressões do game enquanto eu jogava, ok? (Qualquer erro, informação, digitação, ou qualquer coisa do gênero... desculpem por ter nascido)
Abraço a todos e beijo no brioco (oO)!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Bioshock Infinite - Análise

Bem, sem muita frescura vamos a minha primeira postagem. Só lembrando que é a MINHA análise sobre o game, é o que EU percebi enquanto jogava e o que EU entendi sobre o jogo, então saibam respeitar. E também como irei falar sobre o enredo pode ser que surjam alguns SPOILERS.

A poucas horas eu terminei a campanha do BioShock Infinite, terceiro jogo da série de sucesso BioShock. O game foi lançado dia 26 de março de 2013, desenvolvido pela Irrational Games e distribuído pela poderosa 2K Games (até onde eu sei é tudo a mesma coisa, a Irrational é subsidiária da 2K que é subsidiária da Take-Two que por sua vez é também dona da Rockstar). A Irrational nunca teve nome no mercado até que lançou o primeiro BioShock lá em 2007 (mesmo assim se perguntar ninguém sabe que porra de empresa é essa e nem que o BioShock foi produzido por ela, ninguém se importa com isso, mas tudo bem), o jogo era foda demais, fez um sucesso do caralho tanto no povão quanto na crítica especializada e acabou vendendo mais de 4 milhões de cópias e levando Jogo do Ano no VGA. Em 2010 surgiu a sequência do primeiro game, o BioShock 2. Desta vez desenvolvido e distribuído exclusivamente pela 2K (grande parte da equipe que participou do primeiro game foi mantida). Novamente o game fez um puto sucesso vendeu mais de 3 milhões de cópias e de fato era foda. Aí passa o tempo, chega um cara da Take-Two (2K e Irrational) e diz: E aí seus puto que tal a gente fazer um pequeno "Masterpiece"? E os caras responderam: Ó, que bela ideia! O que você tem em mente? Aí o tiozão dá aquele sorriso sacana, dá aquela tragada no charutão e fala: BioShock Infinite.

E "é iss mêmo"! Eis que surge a obra-prima chamada BioShock Infinite, simplesmente o game mais foda que eu na minha curta e ingênua vida já tive o prazer intergalático de jogar, sinceramente. Eu nunca fiquei tão preso a chegar ao fim de um game desde FarCry 3. Tipo tem parte que você ta jogando e aí você sente aquele pré-gozo vindo, tá ligado? MUITO FODA! Eu nunca cheguei a me interessar por enredo de jogo, mas puta que pariu aquela quenga ali da esquina, o enredo do BioShock Infinite é envolvente pra caralho. Fi, chega no ending e você acha que já entendeu tudo, que tá tudo certo, tudo tranquilho e aí o líquido seminal começa a atingir altos índices de seriedade e a história começa a virar e a Elizabeth fala alguma e vem um flashback aí você: PUTA QUE PARIU! VAI TOMA NO CÚ! QUE PORRA É ESSA? Aí você pensa um pouco: Ah! Mas é lógico! Como pude ser tão cego! Aí aparece os Lutece, a Elizabeth fala mais alguma coisa, vem outro flashback, e você: MAS QUÊ... QUE PORRA É... FILHA DA PUTA! VAI SE FUDER! QUE PORRA É ESSA? A bagaça muda tudo de novo. Eu fiquei nesse vai e vem durante todo o ending cara. O enredo de todos os games da séries são um bem elaborados, mas eu não curti muito o estilo paradão dos outros dois o que me fez não prestar atenção no enredo, mas no Infinite eu escutei e depois li a transcrição de todos os Voxofones, assisti a todos os Cinetoscópios, li tudo o que via no jogo e ainda ficava de butuca escutando as conversas da galera e mesmo assim chega no fim e a porra da história muda. Realmente excepcional.
Uma das coisas que me chamou mais atenção e que você percebe logo de cara é a importância que o pessoal da Irrational deu para as expressões faciais, principalmente da Elizabeth, as expressões faciais da menina são extremamente bem feitas e condizem com cada situação que você passa no jogo (apesar de ela manter determinadas expressões por longos períodos, ninguém conseguiria ficar pensativa, carrancuda, assustada ou triste tanto tempo quanto ela). Na verdade a Elizabeth é um dos personagem mais incríveis e bem bolados da história dos games (com exceção do Vass :D). Outra coisa que tornou BioShock Infinite um game extremamente envolvente foi a adição de um protagonista carismático (não tanto, mas pelo menos é mais carismático que o Jack e anos-luz mais que o Big Daddy). Aquela hora que o Booker começa a tocar violão (é opcional, você tem que mandar ele tocar o violão) e a Elizabeth canta "Will the Circle Be Unbroken?" você fica  bobo, primeiro pelo DeWitt saber tocar violão, depois pelo cara saber tocar uma música católica e tocar ela no meio de uma guerra civil. Falando em música, você vai escutar uma menina de Shantytown cantando "Fortunate Son", clássico do CCR que foi escrita na década de 60, vai ouvir aquele grupo a capella cantando "God Only Knows", clássico do The Beach Boys que foi escrita também na década de 60 e vai escutar uma versão instrumental (por sinal muito foda) de "Girls Just Want to Have Fun" que eu não sei quando foi escrita, mas foi originalmente lançada pela Cyndi Lauper em 1983. Enfim, isso acabou tornando a trilha sonora muito boa, o problema é que o game se passa em 1912, ou seja, nada disso havia sido se quer pensado, você até ouve um som original do CCR (que eu esqueci quais foram) em duas fendas, mas o DeWitt fala "eu nunca ouvi nada parecido" aí a Elizabeth responde "acho que ninguém ouviu", então ou é um pequeno erro cronológico ou é um "easter egg". Além da trilha sonora a dublagem em geral do game é muito bem feita e as vozes dos personagem principais foram muito bem escolhidas, condizendo muito bem com o estilho de cada um.
O que você percebe logo no início da jogatina é a qualidade gráfica do jogo. O pessoal da Irrational fez um pequeno milagre usando a Unreal Engine, os gráficos ficaram muito bonitos e a ambientação do jogo (que já era ponto forte nos outros dois games da série) também ficou incrível. Bugs no jogo são muito raros ou não ocorrem, pois eu não percebi absolutamente nenhum.
Houve uma mudança na jogabilidade, todos os games da séries são FPS, mas como agora o jogo é humano contra humano a jogabilidade teve que dar uma mudada (motivo que fez com que eu me apegasse muito mais ao jogo). O seu personagem anda (obviamente), pula e a mudança é que agora ele corre (isso não existia nos outros jogos, até porque o Big Daddy deveria pesar uns 200 kg). As miras variam de acordo com as armas e a aproximação delas também variam. Existe uma grande variedade de armas e agora você só é capaz de carregar duas armas por vez o que torna o game menos RPG e mais FPS mesmo. Não é mais possível salvar o jogo a qualquer momento, foi implantado o sistema de checkpoints. A IA é muito boa, porém o nível de dificuldade é baixo mesmo no nível difícil, talvez por você não enfrentar nenhum chefe (tem alguns inimigos especiais tipo o Handyman, mas nada que uns bons vigores não resolvam). Algumas novidades são a inclusão de uma barrinha amarela na barra de status, é o escudo (recurso conhecido dos jogadores de Borderlands, não precisa nem dizer pra que serve um escudo, né não?); os equipamentos, que são itens que você consegue dando uma exploradinha marota e que dão adicionais do tipo aumenta dano, aumenta recarga, aumenta pente, aumenta chance de crítico, chande de paralisar, etc; a adição de uma variedade muito maior (e mais uteis que os dos outros jogos da série) de poderes que agora são chamados de Vigores. Tem também os aerotrilhos que além de serem SUUUUUPER (Franky style) legais, podem servir como forma de escapar da morte ou como auxilio pra matar um ou outro puto. Aliás, o game se tornou bastante sangrento, com as cabeças explodindo nos headshots ou sendo arrancadas nas execuções manuas do Booker. Se você souber jogar cê não morre nunca, porque a Elizabeth te ajuda pra caralho com munição, medkits e sais. A sua parceira tem algumas habilidades que ajudam bastante durante a jogatina, se você tiver gazuas ela consegue abrir fechaduras de portas e cofres e ela é a cabeça que resolve os Vox Codes (códigos secretos que abrem portas escondidas onde você vai encontrar Silver Eagles, a moeda corrente do jogo, e infusões que são poções que aumentam sua barra de escudo, saúde ou vigor). As máquinas de vendas de itens e melhorias ainda existem, porém agora não existe mais a opção de "hackea-las" (what the fuck? HACKEA-LAS?), também não existe mais a possibilidade de você guardas medkits para usar quando preciso, tudo que você pegar para regenerar saúde ou vigor é usado na hora, então tem que tomar cuidado para não gastar esses itens com as barras cheias porque depois caso precise dar aquela aliviadinha na saúde vai ter que correr até achar uma Dollar Bill (máquina que vende suprimentos). O lance da câmera pra filmar os inimigos e detectar pontos fracos também não existe mais.
BioShock Infinite se passa antes dos outros dois jogos da série, porém para os mais saudosistas haverá dois momentos nostálgicos, o início no farol (sempre no farol :D) e no ending quando você vai para Rapture, sem falar no Songbird que é uma versão bem diferente de tudo o que a gente já havia visto sobre Big Daddys e que pode verdadeiramente ser considerado o primeiro Big Daddy (por quê não? ^^).

Então pessoal como eu já disse BioShock Infinite foi o melhor game que eu já joguei até agora e em uma análise mais técnica a gente percebe que o jogo realmente é muito bom tanto que a avaliação da crítica especializada deixou o game com uma média absurda de 9,5 e 10, ou seja, perfeição. Um incentivo imenso para a Irrational Games pra fazer com que essa série se torne maior, para nossa alegria.

Valeu a quem se dedicou a ler, o texto saiu maior do que eu havia pensado, talvez tenha nego que vá ler sáporra só daqui dez anos, mas de qualquer forma tá aí a minha primeira análise.

Vou deixar os links das músicas que eu citei e as partes em que você pode ouvi-las no game (foco especial da música da praia, é muito legal mesmo ^^). Cultura sempre :D E vale sempre lembrar, não deixem o rock morrer.

Fortunate Son - Creedence Clearwater Revival
http://www.youtube.com/watch?v=JBfjU3_XOaA

Menina cantando Fortunate Son em Shantytown
http://www.youtube.com/watch?v=UsQuTCycrwI

Girls Just Want to Have Fun - Cyndi Lauper
http://www.youtube.com/watch?v=PIb6AZdTr-A

Versão instrumental de Girls Just Want to Have Fun na praia
http://www.youtube.com/watch?v=9nutwpPv2iE

God Only Knows - The Beach Boys
http://www.youtube.com/watch?v=AOMyS78o5YI

God Only Knows versão a capella do quarteto de Columbia
http://www.youtube.com/watch?v=Q8toGQq46tA